Experiência presencial · QxALS Adulto

Uma crise não se estuda apenas. A equipe treina para enfrentá-la.

A fase presencial transforma a teoria em decisões, ações e coordenação por meio de cenários clínicos progressivos concebidos para o ambiente perioperatório.

10 horas de treinamento presencial12 casos clínicos progressivosSimulação e debriefing em cada ciclo
Profissionais coordenam um cenário simulado de crise intraoperatória durante o QxALS Adulto.
liderança e trabalho em equipeLiderança em crise

Alta complexidade, decisões claras e execução coordenada.

Registro de uma experiência educacional real. Todas as cenas clínicas apresentadas foram realizadas com simuladores; não retratam o atendimento a pacientes reais.

Imersão clínica

Não pedimos que você imagine a crise. Levamos você até aquele momento.

O cenário reproduz pressão de tempo, informações incompletas e tarefas simultâneas. O objetivo não é memorizar uma sequência, mas reconhecer a deterioração, definir prioridades e coordenar a resposta.

Simulador preparado para um cenário de nefrectomia com lesão vascular e parada circulatória.
imersão clínicaEntrar no momento clínico

A simulação coloca a equipe diante de uma crise complexa e exige coordenação entre as funções do centro cirúrgico.

Não basta imaginar a crise: a equipe precisa reconhecê-la, organizar-se e agir no cenário.

Equipe observa o monitor e coordena ações diante de um colapso circulatório simulado.
reconhecimento fisiológicoMonitorização, antecipação e ação

No centro cirúrgico, a deterioração pode ser reconhecida antes de tocar o paciente.

O treinamento integra fisiologia e monitorização para antecipar o colapso e agir com maior segurança.

O percurso do participante

Preparar, executar, analisar e tentar novamente.

A jornada segue um ciclo deliberado de preparação, prática e reflexão. Cada etapa tem uma função distinta na aprendizagem.

  1. 01
    Instrutor prepara a equipe antes do início de um cenário de simulação clínica.
    prebriefing e segurança psicológicaPrebriefing antes de agir

    O prebriefing define objetivos, acordos e um ambiente seguro para aprender.

    A experiência começa antes do caso: expectativas claras e segurança psicológica apoiam a aprendizagem.

  2. 02
    Equipe trabalha em um cenário clínico simulado com monitor, folha de registro e apoios digitais.
    casos clínicos progressivosDoze casos clínicos

    Os casos apresentam diferentes complexidades, contextos e desafios do centro cirúrgico.

    A variação deliberada dos cenários exige adaptar decisões sem perder uma estrutura de resposta.

  3. 03
    Equipe pratica ventilação e compressões torácicas em um simulador durante um cenário de reanimação.
    via aérea e RCPVia aérea durante a RCP

    O manejo da via aérea integra-se à reanimação sem interromper as prioridades da resposta inicial.

    Decidir, preparar a via aérea e manter uma RCP de qualidade são ações simultâneas da equipe.

  4. 04
    Participantes e instrutor analisam um cenário durante o debriefing após a simulação.
    debriefing e aprendizagem reflexivaDebriefing com bom julgamento

    Um espaço seguro permite analisar, ajustar e executar melhor na próxima vez.

    O debriefing não busca culpar pessoas; transforma a experiência em reflexão, critério e aprendizagem da equipe.

Como se aprende

Organizamos o ambiente para que a equipe possa atuar melhor.

Estações, apoios cognitivos e materiais de trabalho reduzem a carga desnecessária para concentrar a equipe em decisões, comunicação e desempenho coletivo.

Participantes trabalham em estações com objetivos distintos durante uma simulação QxALS.
estrutura do treinamentoTreinamento por estações

RCP de qualidade, função de CPR Coach e liderança são treinadas com focos definidos.

As equipes praticam competências específicas com um objetivo comum: atuar melhor durante a crise.

Equipe utiliza ferramentas digitais durante um cenário simulado no centro cirúrgico.
tecnologia clínicaSoftware e apoios cognitivos

Metrônomo, cronômetro e listas de verificação ajudam a organizar a cena.

A tecnologia deve reduzir a carga cognitiva e apoiar a execução, não distrair a equipe.

Participante segura uma folha de registro enquanto observa uma simulação no centro cirúrgico.
CPR Coach e fatores humanosCPR Coach e folha de registro

Os apoios visuais e cognitivos tornam visível o desempenho da equipe.

Registrar, cronometrar e orientar ajudam a manter a execução diante da carga cognitiva.

Materiais impressos e plastificados usados como apoio durante o treinamento QxALS.
transferência para a práticaMateriais que acompanham

Diagramas, algoritmos e ferramentas levam a aprendizagem para o trabalho cotidiano.

A jornada continua após a saída: os participantes levam apoios para a prática.

Competências e ferramentas

Terapia elétrica integrada ao cenário.

Posicionamento, colocação de pás adesivas e execução são praticados como uma sequência única, adaptada ao contexto perioperatório e coordenada com as demais prioridades da reanimação.

Sequência técnica

Terapia elétrica no contexto perioperatório

Posicionamento, colocação de pás adesivas e execução são treinados como uma sequência única, adaptada ao cenário sem perder as prioridades da reanimação.

Equipe pratica terapia elétrica em um simulador em posição supina.
terapia elétricaTerapia elétrica no centro cirúrgico

Diagnóstico, posicionamento e execução inicial são praticados no contexto perioperatório.

Simulador com pás adesivas de desfibrilação posicionadas para praticar terapia elétrica.
terapia elétricaPás adesivas de desfibrilação

O posicionamento anterolateral e anteroposterior é praticado com atenção ao contexto perioperatório.

Próximo passo

Escolha onde e quando quer treinar.

Consulte locais, disponibilidade e formas de acesso. Solicitar uma data inicia a análise da vaga; a confirmação vem após a validação do cadastro e do pagamento correspondente.